quarta-feira, 16 de novembro de 2011

ÂMAGO DAS INTROSPECÇÕES
Walterbrios

Embriagado pela tua fala
Escala de sons que venta ternamente
Mesclando-se ao tecido do verbo
Que tatua os sonhadores.

Poema de silencio a que minha entrega se dá
Desnuda minha alma que se provém de luz
Oculta nos acordes da tranqüilidade
Que a brisa carrega nostalgicamente

Encastelo-me nos seios do tempo
Tenho meu desejo em pétalas se abrem
Meu peito intui a metáfora da estrofe nos olhos

Confesso divagações à flor violeta
Que espreita meu âmago e sorve introspecções
Belezas que o coração acalenta.

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