ANJO DO BEM
Walterbrios
Quebro a barreira do som
Pois anjo eu sou
À lascívia e crueldade
Eu dou amor
Busco quem no abismo afundou
Vítimas da serpente sagaz
Do veneno destilado
Profunda crueldade
Eu não olho pra traz
E vejo através do espelho
A falsa paz do imundo
Grito gélido do medo
Assim faz e assim fez
Eu sou um guardião do rei
Velo a consciência e a sensatez
Não preciso ouvir nada
Ao esganiço da tortura
Desembainho a minha espada
Da chama pura
E não haverá nada que fleche
Que transpasse
A quarta dimensão
Ninguém pense ser dono da área
Central da imensidão.
Os mutilados da droga
Dos dragões do mal
Serão purificados
Pela luz pela água e pelo sal
E tenho dito
De um só golpe
Será destruído
Aquele que der
O primeiro bote
Fechar-se-ão
As portas do hospício
Do imundo gargalhar.
Jamais se ouvirá
Um só resquício.
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